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Poema d' Amor

17.03.18

 Daqui

Quando ele entra o meu coração pára, o meu corpo formiga agradavelmente. Como prova do que sinto.

Esqueço-me de respirar e todo o meu corpo passa a segundo plano.

Gostava de ser invisível, de ficar estacada a observá-lo.  Mas toda a gente olha para mim. Ou assim parece. É impossível ninguém notar.

É impossível que ninguém repare nos meus olhos dilatados e aguados de paixão, que não ouçam o bater do meu coração cada vez mais acelerado, que não vejam como as pernas bambas me deixam vacilante.

As minhas fantasias trazem um rubor quente à minha face. Um calor que se vai espalhando e que quer ser partilhado.

Só sei paixões platónicas. Das que a admiração flui apenas numa direcção.

Daquelas em que penso amar alguém intocável. Alguém divino de tão perfeito e intemporal.

 

Não sei escrever poesia, tão pouco sei o que é amor.

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