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Quando se fala em crenças centrais, costuma ser num contexto mais negativo uma vez que só procuramos descobrir estas crenças quando as mais importantes, ou as que julgamos mais importantes e são, na realidade, mais impactantes, nos privam de viver de uma forma mais feliz.

As crenças centrais são desenvolvidas durante a nossa infância e são ideias inflexíveis e hipergeneralizadas que regem a nossa vida. Naquilo em que acreditamos forte e inconscientemente.

Nas minhas sessões de TCC em grupo, uma das ideias mais comuns era a de sermos incapazes. Com tempo e análise, apercebi-me de que as crenças de desamparo, desamor e desvalor estão presentes diariamente na forma como penso e ajo.

Hoje em dia a crença de desamparo tem uma tendência a decrescer, muito por causa do trabalho e por ter de lidar com esta questão todos os dias. Sempre fui muito dura comigo mesma e esqueço-me que é humano errar e que não é por isto que perco o meu valor como profissional. Nunca me achei muito eficiente no trabalho e nunca dei muita importância à necessidade de fazer pausas para descansar e que quem o faz é pouco profissional.

Por outro lado, as crenças do desamor e desvalor, sentir que não mereço ser valorizada nem amada e que sou uma pessoa tóxica são questões que ainda estão muito presentes.

A minha falta de sentido e rumo exacerba estas crenças.

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